16 de dezembro de 2012

Coisas de domingo


"Kurt Wallander nunca foi o género de homem que se sente muito à vontade em eventos sociais, mas algo na festa do 75.º aniversário de Håkan von Enke, um antigo oficial da Marinha, o deixa mais desconfortável. O aniversariante parece inquieto e desejoso de lhe falar de um episódio da sua carreira que, passados quase trinta anos, permanece envolto em mistério. Quando três meses mais tarde Håkan desaparece sem deixar rasto, Wallander não pode deixar de se interrogar se naquela noite ele não estaria a tentar dizer-lhe algo..." Fonte:Wook.

15 de dezembro de 2012

14 de dezembro de 2012

Pessoanos



Ainda uma notícia boa (quase) em final de ano: Prémio Pessoa, para Richard Zenith. Chapelada para um pessoano convicto.

Assim seja


13 de dezembro de 2012

12 de dezembro de 2012

" Grande malha "


Um Mestre

Ravi Shankar (7 de abril, 1920 - 11 Dezembro 2012)

Clássicos policiários



Nota: capa de Cândido Costa Pinto

10 de dezembro de 2012

9 de dezembro de 2012

Coisas de domingo



"A história de um escritor que se vê diante da oportunidade de escrever o argumento para um filme de longa-metragem. O personagem em questão é o alter ego do autor, Henry Chinaski, poeta e romancista de relativo sucesso com forte queda para as mulheres e para a bebida. Esta história foi baseada na experiência de Bukowski ao escrever o argumento do filme Barflay (1987). Uma história que satiriza a indústria do cinema e algumas figuras bem conhecidas do meio, compondo um retrato irresistivelmente irreverente de Hollywood ao mesmo tempo que dá continuidade à sua autobiografia ficcionada em vários volumes." Fonte:Wook.


8 de dezembro de 2012

5 de dezembro de 2012

4 de dezembro de 2012

Em português dragoneano


PSG 2 - FCP 1

Sem derrotas ou vitórias morais, mas faltou-nos «um bocadinho assim.» Estamos contudo nos oitavos da Champions, e não temos 4 milionários na frente de ataque. Vou beber um Porto velho, carago.

Revolver passados


2 de dezembro de 2012

Coisas de domingo


O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos.
O romance conta as desventuras de Nick Belane, detetive particular em Los Angeles. A procura do escritor clássico francês, Céline, é a desculpa perfeita para o detetive privado percorrer os bares da cidade e saciar a sua sede de álcool. Uma espiral de personagens e aventuras que se misturam num cocktail de pesadelo existencial.
Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, Pulp é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica. Fonte:Wook. 

1 de dezembro de 2012

1º. Dezembro


"A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão." Fonte: Wook.