Paul Kuczynski: políticos & afins. Fonte: Twitter.
23 de abril de 2015
21 de abril de 2015
Futebolada(s)
Não foi mau, foi mau demais. Das duas uma - ou o Mister não têm equipa ou não soube ensinar a lição. Não gosto de coitadinhos.
19 de abril de 2015
O inesgotável Fernando Pessoa
"A presente edição, que tem o título «A Estrada do Esquecimento e outros contos», reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, «O Mendigo e Outros Contos», e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou." Fonte:Wook.
15 de abril de 2015
Memórias de um espião
"Em Junho de 1972, o FBI respondeu a uma chamada relacionada com um estranho assalto à sede do Comité Nacional Democrático no complexo de Watergate, em Washington. Em poucos dias, descobriu ligações entre os intrusos, a Casa Branca e a Administração Nixon e a situação explodiu num conflito constitucional envolvendo os poderes presidenciais. O Washington Post liderou a cobertura do caso utilizando uma fonte secreta — um homem que ficou conhecido como «Garganta Funda» e se encontrava clandestinamente com o jornalista Bob Woodward numa garagem na Virgínia.
Em 2005, após quase trinta e três anos de silêncio, William Mark Felt, director-adjunto do FBI na reforma, revelou finalmente que era «o tipo a quem costumavam chamar Garganta Funda». Mas quem era esse tipo? E por que razão se fez valer dos seus conhecimentos enquanto agente de contra-espionagem para derrubar um presidente?
No presente livro, Mark Felt conta a sua história dramática. Descreve a tensão e o sentimento de solidão por que passou à medida que o Caso Watergate se desenvolvia — vendo-se a si próprio como um Lone Ranger capaz de proteger a instituição onde trabalhava de uma Casa Branca corrupta. Porém, mais do que um livro sobre o Caso Watergate, Memórias de Um Agente Secreto narra a vida de Felt enquanto espião entre os finais da grande vaga de crimes na América e as guerras culturais dos anos 1960 — desvios de aviões interestaduais, assassínios em massa, golpes da Máfia —, revelando a cultura de uma instituição como o FBI e contextualizando de forma absorvente muitas das lutas políticas internas da América." Fonte: Wook.
Em 2005, após quase trinta e três anos de silêncio, William Mark Felt, director-adjunto do FBI na reforma, revelou finalmente que era «o tipo a quem costumavam chamar Garganta Funda». Mas quem era esse tipo? E por que razão se fez valer dos seus conhecimentos enquanto agente de contra-espionagem para derrubar um presidente?
No presente livro, Mark Felt conta a sua história dramática. Descreve a tensão e o sentimento de solidão por que passou à medida que o Caso Watergate se desenvolvia — vendo-se a si próprio como um Lone Ranger capaz de proteger a instituição onde trabalhava de uma Casa Branca corrupta. Porém, mais do que um livro sobre o Caso Watergate, Memórias de Um Agente Secreto narra a vida de Felt enquanto espião entre os finais da grande vaga de crimes na América e as guerras culturais dos anos 1960 — desvios de aviões interestaduais, assassínios em massa, golpes da Máfia —, revelando a cultura de uma instituição como o FBI e contextualizando de forma absorvente muitas das lutas políticas internas da América." Fonte: Wook.
12 de abril de 2015
Coisas de domingo
Leitura(s): Edwin Lord Weeks (1849-1903). Dois árabes lendo num pátio. À boleia de Gjeragina Ukshini @gjeni_u no Twitter.
7 de abril de 2015
5 de abril de 2015
2 de abril de 2015
30 de março de 2015
25 de março de 2015
Harry Hole na Austrália
"O inspector Harry Hole, da Brigada Anticrime de Oslo, é enviado numa missão a Sydney, na Austrália, para investigar um homicídio. Deve colaborar com as autoridades locais, mas tem instruções para se manter longe de sarilhos. A vítima é uma norueguesa de vinte e três anos, em tempos uma celebridade televisiva na Noruega.
Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo! " Fonte:Wook.
Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo! " Fonte:Wook.
24 de março de 2015
Mito(s)
«Quando um mito (poeta Herberto Hélder) parte, restará apenas o imenso silêncio. Orfeu ficou em melhor companhia.» Fonte: @Euestranhos on Twitter
22 de março de 2015
Futebolada
Conversa de dragão-conservador: «ter tido (quase) o pássaro na mão e deixá-lo fugir não lembra ao diabo.» In https://twitter.com/Euestranhos.
A detective Carmine Delmonico
"Holloman, Connecticut, 1969. Uma toxina letal, extraída do peixe-balão, é roubada de um laboratório na Chubb University. Mata em poucos minutos e não deixa vestígios. Millie Hunter, médica especialista em bioquímica, está preocupada e comunica de imediato o roubo ao seu pai, o médico-legista Patrick O’Donnell. O primo de Patrick, o capitão Carmine Delmonico é rápido a agir quando os corpos se começam a amontoar. Uma morte súbita num jantar seguido de uma outra num evento de gala parecem à primeira vista ligadas apenas pelo veneno e pela presença do médico Jim Hunter, um cientista à beira da grandeza e marido de Millie. O doutor Jim, um negro casado com uma branca, enfrentou escândalos e preconceitos a maior parte da sua vida; o que o levaria a arriscar tudo agora? Estará a ser incriminado pelos homicídios - e, em caso afirmativo, por quem? Carmine e os seus detetives devem seguir a pista através da multidão de excêntricos da cidade universitária, mesmo que isso os conduz para muito perto de casa." Fonte Wook.
18 de março de 2015
O outro Hemingway
"No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o coronel americano Richard Cantwell aporta em Veneza - e é aí que viverá as suas últimas vinte e quatro horas. Entre o terror da memória e a debilidade provocada por uma saúde em declínio, surge inesperado um amor vertiginoso por uma jovem condessa italiana, um sentimento capaz de superar a razão, os medos, a implacabilidade do fim iminente. Uma homenagem ao amor espontâneo, à resiliência do espírito humano e à beleza da cidade que os inspira, Na Outra Margem, entre as Árvores surge como uma resposta de esperança e de afeto aos gestos de desumanização provocados pela guerra. (...) " Fonte: Wook.
15 de março de 2015
Confissões
Aos poucos irei-me tornar um fiel admirador das novas aventuras do super agente secreto, James Bond.
12 de março de 2015
Truman Capote
"Um psicopata seguidor de Charles Manson em conversa entre cigarros na sua cela da prisão de San Quentin. Uma empregada de limpezas em visita pelas casas dos seus diversos clientes. Marilyn Monroe num funeral a partilhar mexericos sexuais. Uma elegante aristocrata crioula a tocar piano para camaleões num salão da Martinica. E, lado a lado com todos eles, Truman Capote com um olhar de lucidez implacável sobre a poesia e a violência da vida, num relato onde histórias e personagens reais se revelam com o brio estilístico da melhor ficção. Música para Camaleões reúne catorze contos que são, ao mesmo tempo, grande literatura e grande jornalismo, na linha do projeto de narrativa não-ficcional que o autor iniciara brilhantemente com A Sangue Frio. Publicada em 1980, esta foi a última grande obra lançada por Capote." Fonte: Wook.
10 de março de 2015
Clássico policiário
Faz 80 anos que Agatha Christie viu dado à estampa Morte nas Nuves.
"Uma velha senhora é assassinada quando viajava de avião de Paris a Londres. A causa da morte foi uma pequena ferida provocada por um dardo envenenado lançado de uma zarabatana. O assassino somente poderia ser um dos dez passageiros restantes do avião, mas, para desgraça do criminoso, entre eles estava o único que poderia descobri-lo: um baixinho de grandes bigodes e aspecto um tanto ridículo, chamado Hercule Poirot. Duas são as principais perguntas que se colocam para o grande detective belga: 1) Por que o assassino escolheu arma tão estranha e exótica para cometer o homicídio? 2) Como pôde disparar a zarabatana dentro de um espaço tão reduzido sem ser visto por nenhum dos outros passageiros? Completamente desconcertada a polícia considera que, mesmo que o assassinato sendo um fato, sua execução parece impossível. Poirot, para quem nada é impossível, descobre o engenhoso recurso usado pelo assassino para matar a vítima e, como consequência, sua insuspeitada identidade."
Fonte: Fonte:www.cin.ufpe.br/~pmgj/agatha/nuvens.
Fonte: Fonte:www.cin.ufpe.br/~pmgj/agatha/nuvens.
8 de março de 2015
O regresso do detective Mario Conde
"Em 1939, o S.S. Saint Louis, onde viajavam novecentos judeus fugidos da Alemanha, passou vários dias ancorado no porto de Havana à espera de autorização para desembarcar. Um rapaz, Daniel Kaminsky, e o tio aguardam no cais a saída dos familiares, confiantes de que estes tentariam os oficiais havaneses com o tesouro que traziam escondido: uma pequena tela de Rembrandt, na posse dos Kaminsky desde o século XVII. Mas o plano fracassou e o transatlântico regressou à Europa, levando consigo qualquer esperança de reencontro e condenando muitos dos seus passageiros.
Volvidos largos anos, em 2007, quando essa tela vai a leilão em Londres, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para descobrir o que aconteceu com o quadro e com a sua família. Só um homem como o investigador Mario Conde o poderá ajudar. Elías descobre então que o pai vivia atormentado por um crime, e que esse quadro, uma imagem de Cristo, teve como modelo outro judeu, que quis trabalhar no atelier de Rembrandt e aprender a pintar com o mestre. (...) " Fonte:Wook.
Volvidos largos anos, em 2007, quando essa tela vai a leilão em Londres, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para descobrir o que aconteceu com o quadro e com a sua família. Só um homem como o investigador Mario Conde o poderá ajudar. Elías descobre então que o pai vivia atormentado por um crime, e que esse quadro, uma imagem de Cristo, teve como modelo outro judeu, que quis trabalhar no atelier de Rembrandt e aprender a pintar com o mestre. (...) " Fonte:Wook.
7 de março de 2015
2 de março de 2015
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