17 de maio de 2015
15 de maio de 2015
14 de maio de 2015
A "velhice" de Sherlock Holmes
"Corre o ano de 1947, e o nonagenário Sherlock Holmes vive em Inglaterra, numa casa de campo perto da costa. Holmes vive com a sua caseira e o filho desta, o jovem Roger, a quem o desconhecimento da diferença entre abelhas e vespas se revelará fatal.
A rotina decorre entre a solidão pacífica do seu escritório e as abelhas — as «criaturas metódicas» que habitam o seu colmeal —, enquanto tenta lutar diariamente contra os efeitos da idade sobre a sua prodigiosa mente e o receio da perda irreversível das memórias de casos passados.
Eis que surge então um manuscrito inacabado, sobre um caso de há 50 anos que o detetive nunca solucionou e que agora se sente determinado a concluir: Londres, uma mulher bonita com um comportamento instável, um marido irado, um misterioso jardim e uma morte súbita. Holmes embrenha-se na difícil tarefa de reavivar a memória e assim terminar o manuscrito.
Em Sr. Sherlock Holmes, Mitch Cullin revela-nos a experiência de uma mente brilhante ao longo de décadas, que desvendará o mais importante dos mistérios: o da natureza humana." Fonte:Wook.
A rotina decorre entre a solidão pacífica do seu escritório e as abelhas — as «criaturas metódicas» que habitam o seu colmeal —, enquanto tenta lutar diariamente contra os efeitos da idade sobre a sua prodigiosa mente e o receio da perda irreversível das memórias de casos passados.
Eis que surge então um manuscrito inacabado, sobre um caso de há 50 anos que o detetive nunca solucionou e que agora se sente determinado a concluir: Londres, uma mulher bonita com um comportamento instável, um marido irado, um misterioso jardim e uma morte súbita. Holmes embrenha-se na difícil tarefa de reavivar a memória e assim terminar o manuscrito.
Em Sr. Sherlock Holmes, Mitch Cullin revela-nos a experiência de uma mente brilhante ao longo de décadas, que desvendará o mais importante dos mistérios: o da natureza humana." Fonte:Wook.
10 de maio de 2015
O Meteorologista sabotador
"A sua ocupação eram as nuvens. Sobre a imensa extensão da URSS, os aviões tinham necessidade das suas previsões para aterrar, os navios para abrir caminho através dos gelos, os tratores para lavrar as terras negras. Na conquista do espaço que se iniciava, os seus instrumentos sondavam a estratosfera, ele sonhava domesticar a energia dos ventos e do sol, acreditava «construir o socialismo», até ao dia de 1934 em que foi detido como «sabotador». A partir desse momento a sua vida, a de uma vítima por entre os milhões de outras do terror estalinista, foi uma descida aos infernos.
Durante os anos no campo de concentração, e até à véspera da sua morte atroz, ele enviava à pequena filha Eleonora desenhos, herbários, adivinhas. É a descoberta dessa correspondência destinada a uma criança, que ele não mais voltaria a ver, que me levou a investigar sobre o destino de Alexei Feodossevitch Vangengheim, o meteorologista. Mas também a convicção de que estas histórias de um outro tempo, de um outro país, não são tão longínquas como poderíamos pensar: o triunfo mundial do capitalismo não se explica sem o fim terrível da esperança revolucionária. Olivier Rolin " Fonte:Wook.
Durante os anos no campo de concentração, e até à véspera da sua morte atroz, ele enviava à pequena filha Eleonora desenhos, herbários, adivinhas. É a descoberta dessa correspondência destinada a uma criança, que ele não mais voltaria a ver, que me levou a investigar sobre o destino de Alexei Feodossevitch Vangengheim, o meteorologista. Mas também a convicção de que estas histórias de um outro tempo, de um outro país, não são tão longínquas como poderíamos pensar: o triunfo mundial do capitalismo não se explica sem o fim terrível da esperança revolucionária. Olivier Rolin " Fonte:Wook.
7 de maio de 2015
5 de maio de 2015
O inspetor Roderick Alleyn
"O inspetor Roderick Alleyn era um cavalheiro educado e um dos emblemas da investigação criminal britânica. Releio por estes dias ‘O Último Salto’ (The Last Ditch), em que Alleyn, da polícia metropolitana de Londres, visita as paisagens melancólicas da Cornualha – é uma invenção de Ngaio Marsh (são 32 livros com o mesmo personagem), uma das grandes damas do policial de língua inglesa, a par de P.D. James, Margery Allingham, Dorothy L. Sayers ou Ruth Rendell. O nome é estranho, Edith Ngaio Marsh, nascida em Christchurch, na Nova Zelândia. Foi lá, a 19 mil quilómetros de distância, no outro lado do mundo, que Ngaio reinventou parte do policial britânico. Hoje, os seus livros estão esgotados – uma pena –, e muitos leitores ignoram a sua arte discreta e saborosa. Morreu em 1982 e cumpriria hoje 120 anos."
2 de maio de 2015
Ruth Rendell
"Morreu Ruth Rendell, por muitos considerada “rainha do crime”. De acordo com a editora Hutchinson, citada pelos media britânicos, a escritora de romances policiais morreu este sábado de manhã, em Londres. Tinha 85 anos. O motivo do óbito não foi revelado. Mas, em janeiro deste ano, Ruth Rendell foi internada em estado crítico após ter sofrido um acidente vascular cerebral.Ruth Barbara Grassman, ou Baronesa Rendell de Babergh, CBE, nasceu a 17 de fevereiro de 1930, na capital inglesa, Londres. O primeiro livro que publicou, em 1964, com o título From Doon With Death, marca o nascimento do famoso personagem Reginal Wexford. Desde então, a série do inspetor Wefxord teve 22 livros, o último dos quais publicado em 2009. Os livros chegaram à televisão com a série “Ruth Rendell Mysteries”, protagonizada por George Baker.Também conhecida pelo pseudónimo de Barbara Vine, com o qual assinava thrillers psicológicos, publicou cerca de 60 obras ao longo da sua vida. Entre elas contam-se Sentença em Pedra e Um Bando de Corvos. No ano passado publicou The Girl Next Door. Foi o último policial que escreveu." Fonte: Observador.
28 de abril de 2015
26 de abril de 2015
Noite sangrenta à portuguesa
"Lisboa, 1921. Vivem-se ainda as sequelas da Grande Guerra e os temores causados pela Revolução Russa, mas sente-se sobretudo o descrédito dos políticos, responsáveis por uma crise sem fim à vista que mergulha o País na miséria e acende, por todo o lado, focos de violência. O assunto é tema de conversa em casa do advogado viúvo Eugénio Furtado - o «palacete» onde reside com as irmãs e a sua bela e encantadora filha Madalena -, mas também no prédio ao lado, do qual são inquilinos um casal de aristocratas russos refugiados, um velho fidalgo monárquico, uma prima de Eugénio e a famosíssima Elisa, actriz de grande talento mas reputação duvidosa, que organiza continuamente festas e jantares. É num desses serões que Madalena conhece um médico por quem se apaixona; mas, se o namoro poderia, à partida, ter quase tudo para dar certo, uma série de mal- -entendidos e intrigas vem minar a relação dos dois, tal como o cortejo de conflitos e dramas sociais mina a credibilidade do regime, culminando na Noite Sangrenta - talvez o mais trágico e vergonhoso episódio da nossa história colectiva - durante a qual desaparece misteriosamente um dos protagonistas do romance. Com um riquíssimo leque de personagens - republicanos convictos e saudosos do rei, devotos de Fátima e ateus, aristocratas, burgueses e populares -, Margarida Palma parte do microcosmos de um bairro lisboeta para nos dar conta de como se vivia e amava em Portugal no mais violento período da I República." Fonte: Wook.
25 de abril de 2015
Capitão Salgueiro Maia
A Escola Prática de Cavalaria sediada em Santarém, marcava o compasso da Liberdade. Uma eterna gratidão.
Lisboa, Terreiro do Paço, 25/04/1974.
24 de abril de 2015
Inspector Malcom Fox
"Malcom Fox, inspetor do Departamento de Assuntos Internos, e a sua equipa estão de volta. Desta vez, acabam de ser enviados a Fife para averiguar possíveis ligações de polícias locais a uma investigação em curso, que tem como alvo um agente corrupto do Departamento de Investigação Criminal, o detetive Paul Carter. Carter é acusado de conduta imprópria, sendo que a denúncia foi feita pelo próprio tio, também agente da polícia. No entanto, o que à partida parece um caso simples depressa se complica, e a teia de conspirações e encobrimentos adensa-se quando um brutal assassinato vem a lume, comprometendo toda a investigação." Fonte: Wook.
23 de abril de 2015
21 de abril de 2015
Futebolada(s)
Não foi mau, foi mau demais. Das duas uma - ou o Mister não têm equipa ou não soube ensinar a lição. Não gosto de coitadinhos.
19 de abril de 2015
O inesgotável Fernando Pessoa
"A presente edição, que tem o título «A Estrada do Esquecimento e outros contos», reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, «O Mendigo e Outros Contos», e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou." Fonte:Wook.
15 de abril de 2015
Memórias de um espião
"Em Junho de 1972, o FBI respondeu a uma chamada relacionada com um estranho assalto à sede do Comité Nacional Democrático no complexo de Watergate, em Washington. Em poucos dias, descobriu ligações entre os intrusos, a Casa Branca e a Administração Nixon e a situação explodiu num conflito constitucional envolvendo os poderes presidenciais. O Washington Post liderou a cobertura do caso utilizando uma fonte secreta — um homem que ficou conhecido como «Garganta Funda» e se encontrava clandestinamente com o jornalista Bob Woodward numa garagem na Virgínia.
Em 2005, após quase trinta e três anos de silêncio, William Mark Felt, director-adjunto do FBI na reforma, revelou finalmente que era «o tipo a quem costumavam chamar Garganta Funda». Mas quem era esse tipo? E por que razão se fez valer dos seus conhecimentos enquanto agente de contra-espionagem para derrubar um presidente?
No presente livro, Mark Felt conta a sua história dramática. Descreve a tensão e o sentimento de solidão por que passou à medida que o Caso Watergate se desenvolvia — vendo-se a si próprio como um Lone Ranger capaz de proteger a instituição onde trabalhava de uma Casa Branca corrupta. Porém, mais do que um livro sobre o Caso Watergate, Memórias de Um Agente Secreto narra a vida de Felt enquanto espião entre os finais da grande vaga de crimes na América e as guerras culturais dos anos 1960 — desvios de aviões interestaduais, assassínios em massa, golpes da Máfia —, revelando a cultura de uma instituição como o FBI e contextualizando de forma absorvente muitas das lutas políticas internas da América." Fonte: Wook.
Em 2005, após quase trinta e três anos de silêncio, William Mark Felt, director-adjunto do FBI na reforma, revelou finalmente que era «o tipo a quem costumavam chamar Garganta Funda». Mas quem era esse tipo? E por que razão se fez valer dos seus conhecimentos enquanto agente de contra-espionagem para derrubar um presidente?
No presente livro, Mark Felt conta a sua história dramática. Descreve a tensão e o sentimento de solidão por que passou à medida que o Caso Watergate se desenvolvia — vendo-se a si próprio como um Lone Ranger capaz de proteger a instituição onde trabalhava de uma Casa Branca corrupta. Porém, mais do que um livro sobre o Caso Watergate, Memórias de Um Agente Secreto narra a vida de Felt enquanto espião entre os finais da grande vaga de crimes na América e as guerras culturais dos anos 1960 — desvios de aviões interestaduais, assassínios em massa, golpes da Máfia —, revelando a cultura de uma instituição como o FBI e contextualizando de forma absorvente muitas das lutas políticas internas da América." Fonte: Wook.
12 de abril de 2015
Coisas de domingo
Leitura(s): Edwin Lord Weeks (1849-1903). Dois árabes lendo num pátio. À boleia de Gjeragina Ukshini @gjeni_u no Twitter.
7 de abril de 2015
5 de abril de 2015
2 de abril de 2015
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