7 de julho de 2016
6 de julho de 2016
5 de julho de 2016
Inquietudes policiárias
«acreditei ir reler o Falcão de Malta, agora de novo dado à estampa na novíssima Colecção Vampiro, espelhando (talvez) o que de melhor Mestre Dashiell Hammett escreveu, e que outros levaram (felizmente) para a sétima arte. Acode-me ainda a curiosidade de perceber, o que terá levado um embaixador norueguês para a Tailândia, e que o mesmo tivesse acabado num quarto de motel (manhoso) com um punhal cravado nas costas. Deduzo que o detective/investigador Harry Hole tenha muito com que se entreter. Creio que a opção será mesmo, ler Baratas, de Jo Nesbo.»
4 de julho de 2016
Até sempre, Camilo
Creio que será um reencontro fantástico. Estejam onde estiverem, que não faltem beijos e abraços. Obrigado Camilo de Oliveira.
3 de julho de 2016
1 de julho de 2016
Livro(s)
Por ora - e talvez sempre - tenho por hábito, retirá-los das prateleiras das bibliotecas ou livrarias, e não "baixá-los" no computador, ou noutros instrumentos que os descaracterizam.
27 de junho de 2016
26 de junho de 2016
24 de junho de 2016
Saída(s)
O franchising europeu a dissolver-se. Mais que esperado! O parceiro - ainda que com mordomias - pode fartar-se. Fartou-se. À atenção dos eurocratas de gabinete. Será que perceberam?!
22 de junho de 2016
Um país de "empatas"
Sou adepto do futebol de rua, da fita curta, da magia total que não é o robotizado tipo video games. Essa magia dos cinco violinos, de um Rei Eusébio, de Vítor Baptista e outros magos que nos fizeram felizes ao longo de tantos anos, encontro-a hoje nos passes, trivelas e afins de Ricardo Quaresma, e nas corridas de Renato Sanches. Eu gosto de ver golos de calcanhar à Rabah Madjer - momentos desconcertantes que são o sal da vida.
Olhares
Na porta do Parque Natural de Ordesa e Vale do Bujaruelo. - Percebo que se chegue por ali e se diga «fico por aqui e para sempre» e que outros chamados pela mãe natureza, nela tenham desaparecido. Medonho de belo, e cativante. Lembrei-me de um livro do "velho" Joseph Conrad - O Coração das Trevas.
20 de junho de 2016
17 de junho de 2016
13 de junho de 2016
5 de junho de 2016
1 de junho de 2016
25 de maio de 2016
23 de maio de 2016
Venenos e afins
"Harriet Vane é uma talentosa autora de romances policiais. Os seus enredos - em que "usa" generosas quantidades de veneno - são populares e fazem dela uma mulher independente. Ou melhor, faziam… Harriet está agora presa, acusada de assassinar o noivo que, curiosamente, morreu envenenado, numa tragédia que parece reproduzir à letra uma das suas obras. Não ajuda nada o facto de ela, na altura da morte de Philip, ter arsénico em casa. Todos os indícios apontam para a sua culpa. Harriet Vane corre o sério risco de morrer na forca.
Por sorte, um membro do júri não está convencido.
E Lord Peter Wimsey, cujo comportamento perante a ré é ainda mais extravagante do que em circunstâncias normais, também não. Juntos, tentarão provar a inocência da jovem. Mas o tempo escasseia, e o nó da corda parece apertar-se a cada dia que passa... "Fonte: Wook.
21 de maio de 2016
Clássicos policiários
"Charlie Chan, o simpático sargento da polícia de Honolulu, nunca considerou acima de toda a suspeita alguns acontecimentos ocorridos no Rancho do deserto do multimilionário P.J. Madden. De facto, reinava nele uma atmosfera muito pesada, talvez devido ao nervosismo do proprietário que aguardava ansiosamente a entrega do valiosíssimo colar de pérolas dos Phillimore por ele adquirido. E chega então a vez de Tony, o papagaio chinês gritar. «Socorro! Socorro! Agarrem o assassino! Largue esse revólver! » Mas como Tony era incapaz de inventar, limitando-se a repetir fielmente o que escutava, podia tornar-se incomodativo para alguém...que resolveu calá-lo para sempre. Estes os ingredientes aliciantes da mais famosa investigação conduzida pelo inesquecível Charlie Chan." Fonte:Clássicos policiários - o n.º 566 da intemporal Colecção Vampiro c/ capa de António Pedro. Ano 1994.
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