2 de outubro de 2013

Em português suave


Os "provincianos" da 2.a circular são sempre os mesmos. Riram na véspera, mas hoje choraram na cidade Luz. Coitados dos portugueses em Paris, amanhã a terem de aturar os "francius".

A arte da insolência


1 de outubro de 2013

30 de setembro de 2013

Clássicos policiários


“Os casos mais complicados são aqueles que têm um ar tão banal no início que não lhes atribuímos nenhuma importância. É um pouco como essas doenças que começam de uma forma silenciosa, por mal-estares vagos. Quando enfim as levamos a sério, costuma ser tarde demais.” Assim começa Maigret sai em viagem, mais um caso do famoso detetive criado por Simenon. Desta vez, o coronel Ward é encontrado afogado em sua banheira em uma luxuosa suíte do Hotel George V. Sua amante, a condessa Paverini, tentara o suicídio na noite anterior. O detetive Maigret faz perguntas sobre o segundo marido da condessa, Joseph Van Meulen, um industrial belga, e investiga o nebuloso passado dela. A terceira esposa do coronel também é uma das suspeita. Seria um crime motivado pela paixão? Ou pela ganância? Como sempre, Maigret sente-se pouco à vontade no  mundo da alta sociedade, mas segue empregando seus usuais métodos investigativos. Fonte: http://www.lpm.com.br.

29 de setembro de 2013

Coisas de domingo (3)


Em português (muito) suave: Na noite de hoje, o F.C.P. ganhou (também) noutros campeonatos. 

Coisas de domingo (2)



"Depois de um dia de reflexão decidiu almoçar na terra da sopa da pedra e dos bons néctares - adega cooperativa de Almeirim, sempre. - Gosta das causas do nobre municipalismo, mas este regime não o convence. Não vota."

Coisas de domingo (1)


Bons velhos tempos: O CAFÉ CENTRAL na Rua Guilherme de Azevedo, em Santarém. Na porta, Sua Excelência, «o Vítor» dava um brilho único aos sapatos. Conversa, também.

Coisas de domingo


"Enquanto as irmãs Ellison - Charlotte, Sarah e Emily - visitam amigos e tomam chá nos melhores salões londrinos, uma das suas criadas é brutalmente assassinada. Para Thomas Pitt, o jovem e pacato inspetor destacado para o caso, ninguém está acima de suspeita. 
A sua investigação na requintada casa da família Ellison vai provocar reações extremas: para uns, será de absoluto pânico; para outros, de deselegante curiosidade; para a jovem Charlotte será algo mais íntimo e empolgante. Algo capaz de levar Thomas a perder momentaneamente o seu instinto detetivesco e a andar com a cabeça nas nuvens. Mas sobre o casal pairam sombras impossíveis de ignorar: Charlotte é uma menina da sociedade e Thomas pertence à classe trabalhadora… e o assassino que atormenta as ruas da cidade continua à solta, implacável." Fonte: Wook.

28 de setembro de 2013

25 de setembro de 2013

Em português (muito) suave



Continuo a ter a caixa de correio inundada de propaganda política. Deixo apenas uma pergunta: será que alguma vez à classe política terá pensado doar o dinheiro gasto em papelada - leia-se, uma trampa - a favor dos necessitados e roubados deste pobre país? Tenham vergonha na face.

Intemporal(idades)

24 de setembro de 2013

Agatha


Outra jovem gata apareceu na porta de casa. Não chegou a pedir para entrar - entrou. Passa o dia a dormir no sofá, e faz da casa um estranho uso - parece que sempre aqui viveu. É um animal enigmático, de silêncios, olhares prolongados e extremamente independente. Aos poucos irá reconhecer o seu nome - Agatha.

22 de setembro de 2013

Coisas de domingo


"Um romance de Dick Francis é sempre um acontecimento importante no mundo da Literatura Policial, pois os méritos do autor encontram-se firmados há muito e foram já, por diversas vezes, distinguidos com os mais valiosos prémios do género. Depois do inolvidável Até Vir a Dor, surge agora a história de Alexander Kinloch, artista, que vive sozinho numa pequena cabana em plena montanha, na Escócia. Pinta por encomenda e assim obtém prazer e desafogo financeiro. Um dia, porém, a paz de Alexander é fortemente abalada quando, ao regressar a casa, tem à sua espera um bando de desconhecidos. Após uma selvática agressão deixaram-no por morto, sentindo apenas nos ouvidos o vento e a pergunta: “Onde está?”. Contudo, os dias seguintes apresentaram mais armadilhas do que ele pudera alguma vez imaginar." Fonte: FNAC.

21 de setembro de 2013

Ainda, em português suave

Notas da Barbárie: Evocam hoje o Dia Mundial da Paz.

20 de setembro de 2013

Em português (muito) suave



Olhares: em tempo de politiquice e hipocrisia de sobejo, olho as ruínas do Teatro Rosa Damasceno, em Santarém. Como foi possível chegar a isto? Santarém uma cidade de rigor mortis. Fatidicamente.

18 de setembro de 2013