7 de maio de 2014

6 de maio de 2014

Opinião de dragão



 «Sei perfeitamente quem é e o que fez, o novo adjunto do FCP. Chama-se Rui Barros.»

Clássicos policiários


«Sob o pseudônimo de A.A. Fair, Erle Stanley criou ainda uma série de romances protagonizada por Donald Lam e Bertha Cool. Além de outros personagens como o delegado Doug Selby, e o seu rival Alphonse Baker Carr. Erle Stanley escreveu ainda como Kyle Corning, Charles M. Green, Carleton Kendrake, Charles J. Kenny, Les Tillray e Robert Parr. Após a morte de Erle Stanley, a série de Perry Mason teve continuidade através de Thomas Chastain.» Fonte: Wikipédia.

5 de maio de 2014

Outras músicas


"Estava prestes a terminar o século XX quando a música jazz perfez 100 anos de inovação e experimentação. O jazz é um género de música complexo que se desenvolveu rapidamente e em muitas direcções desde que a combinação do ragtime com o blues tocado sincopadamente assim foi apelidada, alegadamente na viragem do século em Nova Orleães.
Esta obra apresenta uma selecção de alguns dos maiores representantes do género: desde os de Nova Orleães e Dixieland nas duas primeiras décadas do século XX, passando pela música swing e jump dos anos 20 e 30, pelo bebop e o seu legado nos anos 40 e 50, até ao free jazz da década de 60, ao jazz-rock da de 70 e à miscigenação jazzística dos anos 80 e 90. Cada uma das entradas inclui dados sobre a vida e a obra do artista ou da banda em questão, apresenta os seus trabalhos mais importantes e é ilustrada por uma belíssima fotografia a preto e branco.
Entre eles, contam-se:
Louis Armstrong, Chet Baker, Carla Bley, Sidney Bechet, Michael Brecker, John Coltrane, Chick Corea, Eric Dolphy, Bill Evans, Stephane Grappelli, Woody Herman, Abdullah Ibrahim, Elvin Jones, Stan Kenton, Machito, Original Dixieland Jazz Band, Michel Petrucciani, Bud Powell, Django Reinhardt, George Shearing, Cecil Taylor, Sarah Vaughan, Tony Williams, Lester Young." Fonte:Wook.

4 de maio de 2014

Coisas de domingo


"Como uma maldição, a antiga lenda do cão dos Baskervilles, datada de 1742, persistira na história da família durante gerações. A misteriosa morte de Sir Charles, nas imediações da Mansão Baskerville, leva Sherlock Holmes a iniciar a investigação de um dos seus mais famosos e intrigantes casos, na fantasmagórica e selvagem charneca do Devon. Depois de ter morto Sherlock Holmes, o seu criador, Conan Doyle, é perseguido e apupado durante anos por milhares de leitores das aventuras do imortal detective. E, pressionado pelo seu editor da Strand Magazine, acaba por escrever aquela que viria a ser a mais conhecida aventura de Sherlock Holmes e do Dr. Watson — O Cão dos Baskervilles. É assim que, nove anos após a publicação de "O Problema Final", Doyle publica na Strand Magazine, entre 1901 e 1902, aquela que viria a ser a sua obra mais adaptada para cinema, televisão e rádio, situando-a cronologicamente antes da luta fatal com o Professor Moriarty. Novamente, o ilustrador é o talentoso Sidney Paget." Fonte:Wook.

3 de maio de 2014

2 de maio de 2014

Aniversário(s)


76 anos depois, parabéns Agatha Christie.

1 de maio de 2014

Outras músicas


"A partir do modo como ouve o jazz de Charles Mingus, Thelonious Monk, Bud Powell, Art Pepper, Chet Baker, entre outros, e a partir de uma série de fotografias de músicos e formações, Geoff Dyer improvisa e ficciona oito variações como se fossem, cada uma delas mas também em conjunto, um romance. Nas palavras de Keith Jarrett, este é o melhor livro de jazz que ele alguma vez leu. Um livro sobre jazz, improviso e domadores de feras." Fonte:Wook.

27 de abril de 2014

Coisas de domingo



"Sherlock Holmes e o Dr. Watson recebem uma carta encriptada, remetida por um indivíduo cujo pseudónimo é Fred Porlock, um informador que faz parte da rede criminosa do Professor Moriarty, o maior inimigo de Holmes.
Holmes apressa-se a decifrar a carta e faz uma descoberta inquietante: a missiva serve para avisá-lo que John Douglas, o senhor de Birlstone House, no Sussex, será assassinado. E o mistério adensa-se quanto o inspetor MacDonald da Scotland Yard aparece em casa de Holmes e vê a mensagem: é que de facto John Douglas apareceu morto tal como previsto na carta. É então que os três homens partem para o Sussex para investigar o crime. Com o rosto desfeito a torná-lo irreconhecível, o cadáver tem, contudo, uma estranha marca no braço: um círculo com um triângulo no interior. O que significará esse símbolo? E que quererá dizer a estranha mensagem deixada pelo assassino? Estará Moriarty por trás do crime?" Fonte:Wook.

25 de abril de 2014

23 de abril de 2014

Anivesário(s)

Chapelada ao Google que evoca o génio. Fabuloso.

Salavisa, o português


22 de abril de 2014

Em português nada suave

Depois de terem reservado consecutivamente o "Marquês de Pombal" - durante 3 longos anos, fizeram apenas isto. Deixaram a marca do nojo.


Outras músicas


21 de abril de 2014

O livro assassino


"Enrique Vila-Matas escreveu este inquietante e misterioso livro em 1975 quando vivia em Paris e leu que Unamuno, durante o período em que residiu na mesma cidade, teve a ideia de escrever um romance que provocava a morte de quem o lesse. Quando decidiu levar a cabo o projecto deste livro assassino, o autor apresentou a ideia a Marguerite Duras e sofreu uma leve decepção: ela disse-lhe que isso era algo irrealizável, que nunca nenhum livro fora como o túmulo de Tutankhamon. Enrique Vila-Matas compreendeu então que só atingiria o efeito mortal pretendido se praticasse o crime no espaço estrito da escrita." Fonte Wook.