"Jesper Humlin é um conceituado poeta sueco que está a passar por uma fase algo caótica da sua vida pessoal e, para cúmulo, o seu editor, intima-o a escrever um policial, género que o poeta despreza. Um dia, Jesper vai dar uma série de palestras na zona de Gotemburgo e entra em contacto com uma comunidade de imigrantes ilegais. Mas são três jovens, em particular, que o irão marcar profundamente e inspirá-lo para uma nova aventura literária - Tea-Bag, uma refugiada nigeriana, Leila, oriunda do Irão, e Tania, uma jovem da Europa de Leste. Cada uma delas traz consigo uma história de vida, a fuga à opressão e o anseio pela liberdade, uma voz que deseja ser ouvida e que faz nascer em Jesper a vontade de a dar a conhecer ao mundo. Um romance inspirador, iluminado pela esperança, a comédia e o humor e ensombrado pela realidade trágica das vidas que sofrem a marca indelével do preconceito e do racismo." Fonte: FNAC
10 de junho de 2014
8 de junho de 2014
Coisas de domingo
"Madeline Hart é uma estrela ascendente no partido britânico no poder: bonita, inteligente, motivada para o sucesso por uma infância pobre. Mas Madeleine tem também um segredo sombrio: é amante do primeiro-ministro, Jonathan Lancaster. Os seus raptores descobriram o romance e decidiram que Lancaster deve pagar pelos seus pecados. Receoso de um escândalo que lhe destrua a carreira, ele decide lidar com o caso em privado, sem o envolvimento da polícia britânica. Trata-se de uma decisão arriscada, não só para si próprio, como para o agente que conduzirá as buscas.
Tens sete dias, depois a rapariga morre. Entra em cena Gabriel Allon — assassino implacável, restaurador de arte e espião —, para quem as missões perigosas e a intriga política não são novidade. Com o relógio a contar, Gabriel tenta desesperadamente trazer Madeleine de volta a casa em segurança. A sua missão leva-o do mundo criminoso de Marselha a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um clímax em Moscovo, uma cidade de espiões e violência, onde há uma longa lista de homens que desejam ver Gabriel morto.
Desde as páginas de abertura até ao chocante final, em que se revelam os verdadeiros motivos por detrás do desaparecimento de Madeleine, A Rapariga Inglesa irá deixar os leitores completamente mergulhados na história." Fonte: Wook.
Tens sete dias, depois a rapariga morre. Entra em cena Gabriel Allon — assassino implacável, restaurador de arte e espião —, para quem as missões perigosas e a intriga política não são novidade. Com o relógio a contar, Gabriel tenta desesperadamente trazer Madeleine de volta a casa em segurança. A sua missão leva-o do mundo criminoso de Marselha a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um clímax em Moscovo, uma cidade de espiões e violência, onde há uma longa lista de homens que desejam ver Gabriel morto.
Desde as páginas de abertura até ao chocante final, em que se revelam os verdadeiros motivos por detrás do desaparecimento de Madeleine, A Rapariga Inglesa irá deixar os leitores completamente mergulhados na história." Fonte: Wook.
7 de junho de 2014
6 de junho de 2014
5 de junho de 2014
Em português suave
«um país mutilado no que é público e privado pelo neo-liberalismo vingativo e cinzentão, uma oposição socialista despedaçada com os "egos" que me fazem lembrar os queixumes do jovem coach Paulo Fonseca, e as televisões, interrompem os noticiários, para nos falarem dos "rapazes" - que coitados, ganham milhões - estão lá longe, nos States, a preparar o Mundial de futebol. Só falta dizer que as lesões do Ronaldo invertem o produto interno bruto.»
4 de junho de 2014
Clássicos de aventuras e viagens
«A estranha história de Os Folgazões—título que promete sorrisos mas esconde uma brownie dos infernos e dos Juízos Finais exacerbados pelas superstições religiosas que alimentaram a tradição do século XVIII escocês—é uma sonata fantástica sobre o mar e os naufrágios (aceitemos como justas as palavras do autor); não o mar contrariado pelos faróis da família Stevenson, impedido de se mostrar no melhor da sua força destruidora, mas o Mar—o Mar autêntico, indomável e supremo, coleccionador de mortos que ele só devolve desfigurados, devorados por monstros escondidos nos seus abismos. No mais surpreendente de Os Folgazões está o espectáculo destas águas em delírio, da sua crueldade para com os homens apanhados nas suas cóleras, o espectáculo que embriaga o tio Gordon, o que ele vê como representação da força divina em batalha com o Mal—o Mal dos mitos da superstição escocesa, dos bogles e dos spenters, seres marinhos demoníacos que a sua alucinação reconhece num náufrago inocente mas por fim embriagado, ele próprio, comeste desvario incontrolável e fugido a todos os esforços de uma mão de homem, e apenas resposta à ira insaciável, ao enfeitiçamento soberano, dos Folgazões. Os Merry Men (os Folgazões), rebentamentos de ondas com altura que desafia a imaginação, talvez tenham chegado a esta novela com a memória de dois versos de uma canção escocesa: “O mundo das águas era a nossa casa / E folgazões nos sentíamos!”.» Fonte: Aníbal Fernandes, na Introdução de Robert Louis Stevenson.
3 de junho de 2014
2 de junho de 2014
Afinador de pianos e fugas
"De Perón a Evita, passando por Franco e Salazar, Benjamin, um afinador de pianos madrileno, vê-se arrastado por acontecimentos políticos que o condicionam. A profissão leva-o a viajar até à Galiza nas vésperas da Guerra Civil espanhola. Separado da família durante os três anos que dura o conflito, a sua vida complica-se ao ponto de empreender uma fuga que o leva a uma Lisboa de espiões e de refugiados e, mais tarde, a Buenos Aires.
Com uma narrativa apaixonante, Cristina Norton envolve-nos numa história de encontros e desencontros, de amor e de guerra, onde quarenta anos de realidade histórica convivem com o imaginário latino-americano.
O humor e a ironia estão sempre presentes e os enredos picarescos das várias personagens imprimem ao livro um compasso de tango - sensual e provocador." Fonte: Wook.
Com uma narrativa apaixonante, Cristina Norton envolve-nos numa história de encontros e desencontros, de amor e de guerra, onde quarenta anos de realidade histórica convivem com o imaginário latino-americano.
O humor e a ironia estão sempre presentes e os enredos picarescos das várias personagens imprimem ao livro um compasso de tango - sensual e provocador." Fonte: Wook.
1 de junho de 2014
Coisas de domingo
« (…) gostaria de saber se já ouviu falar da Documenta de Kassel. Tinha ouvido falar, e muito, disse eu. E mais, alguns amigos, nos anos setenta, tinham regressado de lá transformados, depois de terem visto obras de vanguarda prodigiosas. De facto, Kassel era, por esse e outros motivos, todo um mito dos meus anos de juventude, um mito não destruído; era o mito da minha geração, e também, se não me equivocava, das gerações que se seguiram à minha, pois todos os cinco anos se concentravam ali obras de ruptura. Por trás do mito de Kassel, acabei por lhe dizer, estava o mito das vanguardas.
Pois ela tinha o encargo, (…) de me convidar a participar na Documenta 13. (…) não me tinha propriamente mentido quando me falara de uma proposta irresistível. Sentia-me feliz por aquela proposta, mas contive o entusiasmo. Esperei uns segundos para perguntar o que se esperava de um escritor como eu numa exposição de arte como aquela. Que se soubesse, acrescentei, os escritores não iam a Kassel. E os pássaros não vão morrer ao Peru, disse Boston, demonstrando ser muito ágil a responder. Uma boa frase mcguffin, pensei eu. Seguiu-se um breve, intenso silêncio, que ela quebrou. Tinham-na encarregado de me pedir que em finais do Verão de 2012, ao longo de três semanas, passasse todas as manhãs no restaurante chinês Dschingis Khan, nas aforas de Kassel.
– Chings quê?
– Dschingis Khan.
– Num chinês?
– Sim. A escrever à vista do público. » Fonte: Wook.
Pois ela tinha o encargo, (…) de me convidar a participar na Documenta 13. (…) não me tinha propriamente mentido quando me falara de uma proposta irresistível. Sentia-me feliz por aquela proposta, mas contive o entusiasmo. Esperei uns segundos para perguntar o que se esperava de um escritor como eu numa exposição de arte como aquela. Que se soubesse, acrescentei, os escritores não iam a Kassel. E os pássaros não vão morrer ao Peru, disse Boston, demonstrando ser muito ágil a responder. Uma boa frase mcguffin, pensei eu. Seguiu-se um breve, intenso silêncio, que ela quebrou. Tinham-na encarregado de me pedir que em finais do Verão de 2012, ao longo de três semanas, passasse todas as manhãs no restaurante chinês Dschingis Khan, nas aforas de Kassel.
– Chings quê?
– Dschingis Khan.
– Num chinês?
– Sim. A escrever à vista do público. » Fonte: Wook.
30 de maio de 2014
29 de maio de 2014
28 de maio de 2014
A aventura pela aventura
"Sandokan, o Tigre da Malásia, é um pirata que espalha a morte e o terror pelos mares da Malásia. Mas a sua generosidade também é enorme. Juntamente com o português Eanes, Sandokan e os companheiros, tudo irão fazer para salvar Ada Corishan e libertar o seu noivo Tremal-Naik, o corajoso caçador de tigres, aprisionado pelo inglês James Brooke." Fonte: Wook.
27 de maio de 2014
26 de maio de 2014
Bibliotecário e hipocondríaco
"Uma escrava muda conta um segredo guardado durante 200 anos; um escravo apaixona-se por quem não deve; uma carioca leva um português a descobrir as delícias do sexo; um cientista judeu a quem são confiados dois livros raros naufraga nas ilhas Malvinas. Estas são algumas das personagens deste romance, que nos narra a vida de Luís Joaquim dos Santos Marrocos, um bibliotecário hipocondríaco que, em 1811, atravessa o Atlântico rumo ao Brasil acompanhado por 76 caixotes cujo conteúdo era verdadeiramente precioso: no seu interior seguia a Real Biblioteca do Palácio de Ajuda, inicialmente esquecida no cais de Belém aquando da saída apressada da Corte portuguesa para o Brasil em 1808. A chegada ao Rio de Janeiro não foi fácil para Marrocos ao deparar-se com uma cidade onde nada o seduzia, - nem a comida, nem os cheiros, nem o calor - e com uma corte endividada, amante de cerimónias grandiosas e grosseira nos seus costumes diários. Mas tudo mudou quando conheceu Ana de Souza Murça. A autora descreve-nos uma vida rica em acontecimentos inesperados, onde a ironia se mistura com momentos comoventes." Fonte:Wook.
25 de maio de 2014
Coisas de domingo
"Há segredos que não podem ficar enterrados para sempre…
Numa encosta perto de Reiquejavique, algumas crianças brincam junto aos alicerces de uma nova casa em construção quando, de forma inesperada, encontram uma costela humana.
A mórbida descoberta leva de imediato o inspetor Erlendur e a sua equipa da polícia científica a instalarem-se no terreno, unindo esforços para desenterrar o resto do corpo secretamente sepultado e ao mesmo tempo investigar aquele estranho caso feito de contornos brutais, escondido debaixo de terra desde o período da II Guerra Mundial.
À medida que cada osso vai sendo desvendado, também a história de violência doméstica e corrupção no seio de uma família vem ao de cima, oferecendo àquele mistério sinais cada vez mais tenebrosos de que o terror pode ser coisa de gente comum.
O caso exige toda a coragem que o inspetor Erlendur possa encontrar em si, ele que, assistindo à morte lenta da própria filha toxicodependente, que depois de abortar entra num coma profundo, não pode evitar confrontar-se com as responsabilidades de ter levado, também ele, a sua família a uma degradação quase completa." Fonte:Wook.
Numa encosta perto de Reiquejavique, algumas crianças brincam junto aos alicerces de uma nova casa em construção quando, de forma inesperada, encontram uma costela humana.
A mórbida descoberta leva de imediato o inspetor Erlendur e a sua equipa da polícia científica a instalarem-se no terreno, unindo esforços para desenterrar o resto do corpo secretamente sepultado e ao mesmo tempo investigar aquele estranho caso feito de contornos brutais, escondido debaixo de terra desde o período da II Guerra Mundial.
À medida que cada osso vai sendo desvendado, também a história de violência doméstica e corrupção no seio de uma família vem ao de cima, oferecendo àquele mistério sinais cada vez mais tenebrosos de que o terror pode ser coisa de gente comum.
O caso exige toda a coragem que o inspetor Erlendur possa encontrar em si, ele que, assistindo à morte lenta da própria filha toxicodependente, que depois de abortar entra num coma profundo, não pode evitar confrontar-se com as responsabilidades de ter levado, também ele, a sua família a uma degradação quase completa." Fonte:Wook.
24 de maio de 2014
23 de maio de 2014
Revisitar o presente
«Em todas as aldeias próximas, em todas as freguesias das redondezas, havia o mesmo anseio de emigrar, de ir em busca de riqueza a continentes longínquos. Era um sonho denso, uma ambição profunda que cavava nas almas, desde a infância à velhice. O oiro do Brasil fazia parte da tradição e tinha o prestígio duma lenda entre os espíritos rudes e simples. Viam-no reflorir nas igrejas, nos palacetes, nas escolas, nas pontes e nas estradas novas que os homens enriquecidos na outra margem do Atlântico mandavam executar.» Fonte: Excerto da obra.
22 de maio de 2014
21 de maio de 2014
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