30 de abril de 2014
29 de abril de 2014
28 de abril de 2014
27 de abril de 2014
Coisas de domingo
"Sherlock Holmes e o Dr. Watson recebem uma carta encriptada, remetida por um indivíduo cujo pseudónimo é Fred Porlock, um informador que faz parte da rede criminosa do Professor Moriarty, o maior inimigo de Holmes.
Holmes apressa-se a decifrar a carta e faz uma descoberta inquietante: a missiva serve para avisá-lo que John Douglas, o senhor de Birlstone House, no Sussex, será assassinado. E o mistério adensa-se quanto o inspetor MacDonald da Scotland Yard aparece em casa de Holmes e vê a mensagem: é que de facto John Douglas apareceu morto tal como previsto na carta. É então que os três homens partem para o Sussex para investigar o crime. Com o rosto desfeito a torná-lo irreconhecível, o cadáver tem, contudo, uma estranha marca no braço: um círculo com um triângulo no interior. O que significará esse símbolo? E que quererá dizer a estranha mensagem deixada pelo assassino? Estará Moriarty por trás do crime?" Fonte:Wook.
Holmes apressa-se a decifrar a carta e faz uma descoberta inquietante: a missiva serve para avisá-lo que John Douglas, o senhor de Birlstone House, no Sussex, será assassinado. E o mistério adensa-se quanto o inspetor MacDonald da Scotland Yard aparece em casa de Holmes e vê a mensagem: é que de facto John Douglas apareceu morto tal como previsto na carta. É então que os três homens partem para o Sussex para investigar o crime. Com o rosto desfeito a torná-lo irreconhecível, o cadáver tem, contudo, uma estranha marca no braço: um círculo com um triângulo no interior. O que significará esse símbolo? E que quererá dizer a estranha mensagem deixada pelo assassino? Estará Moriarty por trás do crime?" Fonte:Wook.
25 de abril de 2014
24 de abril de 2014
23 de abril de 2014
22 de abril de 2014
Em português nada suave
Depois de terem reservado consecutivamente o "Marquês de Pombal" - durante 3 longos anos, fizeram apenas isto. Deixaram a marca do nojo.
21 de abril de 2014
O livro assassino
"Enrique Vila-Matas escreveu este inquietante e misterioso livro em 1975 quando vivia em Paris e leu que Unamuno, durante o período em que residiu na mesma cidade, teve a ideia de escrever um romance que provocava a morte de quem o lesse. Quando decidiu levar a cabo o projecto deste livro assassino, o autor apresentou a ideia a Marguerite Duras e sofreu uma leve decepção: ela disse-lhe que isso era algo irrealizável, que nunca nenhum livro fora como o túmulo de Tutankhamon. Enrique Vila-Matas compreendeu então que só atingiria o efeito mortal pretendido se praticasse o crime no espaço estrito da escrita." Fonte Wook.
20 de abril de 2014
Coisas de domingo (1)
Futebolada: No regresso aos «dias comuns». Voltamos na próxima época - a ganhar. Parabéns aos vencedores.
19 de abril de 2014
18 de abril de 2014
Amor à Literatura
"Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura." Fonte: Wook.
16 de abril de 2014
15 de abril de 2014
14 de abril de 2014
Passeios literários
Passeio Literário: Eça de Queirós, Florbela Espanca e Vergílio Ferreira em Évora.
José Maria de Eça de Queirós, Florbela Espanca e Vergílio Ferreira são alguns dos autores inscritos nas histórias da cidade de Évora. E a estes juntam-se Gil Vicente,Luís de Camões, Fernão Lopes, Bernardim Ribeiro, António Lobo Antunes, entre outros.
Se gosta de literatura e de viajar, ofereça-se uma experiência diferente esta primavera! A nossa proposta é um evento de turismo cultural e literário em redor de Évora e destes autores. Venha partilhar este evento singular com os escritores Miguel Real, Joao Tordo e Luís Carmelo. O passeio literário acontecerá, entre os dias 13 e 15 de Junho, pelas ruas de Évora. Colaboram neste evento o Évora Inn Guest House, o Centro Nacional de Cultura (CNC) e alunos do Curso de Teatro da Universidade de Évora. Venha partilhar uns dias na nossa companhia: descubra uma Évora diferente e descubra-se!
No site da EC.ON pode solicitar mais informações, fazer pré-reserva de vaga ou inscrever-se. Oferecemos condições especiais para grupos de pessoas e famílias. Escreva-nos e mantenha-se informado. Lembramos que o número de vagas para o evento é limitado. Fonte: CulturArt.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









