28 de maio de 2017

Eremitério




Santarém / Portugal

23 de maio de 2017

RIP Sir Roger Moore

Não esquecendo também o autor de livros policiários de seu nome Leslie Charteris. 

22 de maio de 2017

De Livro!



"A notoriedade deste polémico escritor de grande talento, ficou marcada pela sua contundente ironia, pelo sentido profundo da sua responsabilidade social dando voz aos excluídos - analfabetos, crianças enjeitadas, aos pobres - tomou posição com grande acutilância sobre a política e o poder. Alentejano de quatro-costados amava a sua terra, escutava o seu cante como uma monotonia repassada de tristeza, vagarosa e fúnebre e não se esquivou às delícias de uma Lisboa boémia. Médico como outros escritores seus contemporâneos - Brito Camacho, Júlio Dantas etc. - é célebre a carta que dirige a este último em que saborosa e literariamente descreve com maestria o seu arroz de perdizes.
Maria Antónia Goes confirma a experiência dos seus livros anteriores, procedendo ao levantamento e transcrição dos principais textos em que Fialho d’Almeida se refere à gastronomia e selecciona a receita de época do prato referenciado. Este livro é pois como que o registo do património dos sabores, desse séc. XIX tão recente." Fonte: Wook. 

12 de maio de 2017

O regresso de Juan Belmonte


"Juan Belmonte, protagonista que já conhecemos em Nome de Toureiro, vive com a sua companheira, Verónica, no extremo sul do Chile. Ambos tentam escapar à sombra do que foram: ele, um guerrilheiro feito de muitas lutas por todo o continente americano; ela, uma das milhares de vítimas torturadas na infame Villa Grimaldi, durante a ditadura de Pinochet. Agora, uma voz do passado faz soar um alarme que é também uma chantagem. Um grupo de mercenários acaba de partir para Santiago a fim de resgatar Miguel Krassnoff, o mais cruel dos criminosos da ditadura do país que o acolheu e, simultaneamente, herdeiro do último comandante dos Cossacos - timoneiro ideal para a criação de um estado Cossaco independente dentro da Rússia. Belmonte terá de sabotar a missão deste comando, mas também ele tem uma palavra a dizer quanto ao destino reservado a Krassnoff, o único que torturava de cara descoberta…
Revelando uma vez mais o excecional talento narrativo e a doce veia poética a que habituou os seus leitores, Luis Sepúlveda regressa ao thriller de forma destemida, levantando o manto sem fronteiras que encobre os perpetradores de crimes contra a humanidade." Fonte: Bertrand.

7 de maio de 2017

O agente da Continental.



"O agente da Continental é contratado para resolver um caso em Personville - também conhecida como Poisonville -, mas o seu cliente, aquele que parece ser o único homem honesto da cidade, é assassinado ainda antes de se encontrarem.
Com o objetivo de controlar as greves dos trabalhadores, fora o próprio pai da vítima quem fizera entrar na cidade uma série de gangues que rapidamente se tornaram os seus senhores.
Agora terá de ser o agente da Continental a tomar o assunto em mãos, ainda que para isso se veja obrigado a usar os mesmos métodos sangrentos dos seus adversários.
Colheita Sangrenta foi o primeiro romance escrito por Dashiell Hammett e é muito mais do que um soberbo exemplo de ficção policial - é também uma história magnífica sobre a corrupção e a violência na América dos anos 20 e um texto revelador da genialidade que viria a fazer de Hammett um dos grandes nomes da história da literatura policial." Fonte:Porto Editora. 

3 de maio de 2017

Boa vida.


- Isto é que é vida - disse Japp. - Quando me reformar terei uma casinha no campo. Longe do crime, como agora! - Le crime, il est partout - comentou Poirot, servindo-se de um quadrado de pão muito bem cortado, e franzindo o sobrolho a um pardal que se empoleirara impertinentemente no peitoril da janela." Fonte:O ENIGMA DE MARKET BASING, - Os primeiros casos de Poirot - Obras de Agatha Christie, nº.70, ASA.

28 de abril de 2017

Agendamento(s)



"As Águas da Eterna Juventude está repleto dos ritmos e preocupações da vida Veneziana contemporânea, como a preservação histórica, o alojamento e as novas ondas de migrantes Africanos, que rodeiam a história de uma mulher presa a uma juventude eterna." Fonte: Wook. 

24 de abril de 2017

Revolver passados

Revolver passados/presente e dizer «um eterno obrigado aos bravos que estavam na EPC de Santarém.» Citando Chico Buarque da Holanda, "Foi bonita a festa pá..."


Esta é a madrugada que eu esperava 
O dia inicial inteiro e limpo 
Onde emergimos da noite e do silêncio 
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'

21 de abril de 2017

Tradições


A gata velha, bibliotecária e administradora do acervo — em matéria de afectos — cumpre na íntegra, a retemperadora tradição de uma sesta (prolongada).

13 de abril de 2017

Páscoa


Dom Quixote, lendo. O traço é do intemporal Honoré Daumier.

9 de abril de 2017

Regresso(s)



"História íntima do rio do autor, o Douro destas páginas, muito longe do cartão de visita dos dias de hoje, surge como um enigma de dimensão mágica que invade a própria linguagem de que se faz este livro. Fantasmagoria que encerra em si algo de sagrado, puro, pode ser lido como num sonho, as personagens pairando sobre as palavras sem um traçado completamente definido. Há, no entanto, um triângulo que podemos identificar: Aníbal, Catarina - o vestido branco, claro, comprido, as rendas, os braços nus - e Henrique, cujo destino, entregue à vontade da poeira e dos ventos, não resistirá ao chamamento do rio.
Publicado originalmente há trinta anos, neste que foi o seu primeiro romance, Francisco José Viegas regressa, com o rio para lá da janela do comboio, às memórias da sua infância, aos seus cheiros e sons, à terra e às suas vozes. Uma homenagem aos segredos e à vida do Douro, que indicia pistas de uma carreira literária que o futuro veio a confirmar e de um género que viria a reinventar à sua medida, o policial." Fonte: Porto Editora. 

2 de abril de 2017

Pós match


Um dia destes recordo o cidadão alentejano que de Famel ou de comboio, levava — em dias de futebol — um açor ao Estádio da Luz. Lembro—me também de um ferroviário já entrado de idade, e de carnes cheias, que acenava ao terceiro anel com uma bandeira do tamanho de três lençóis. Foram dispensados em prol da águia vitória. Sempre gostei de aventureiros, como aquele indígena que com o fato real de se apresentar ao seu Rei acompanhou Sir Richard Burton à descoberta das nascentes do Nilo. Todos eles são os meus indispensáveis. Obrigado por me terem ensinado a respeitar as causas.

1 de abril de 2017

28 de março de 2017

Eremitério(s)


Santarém, Largo Sá da Bandeira. 

27 de março de 2017

24 de março de 2017

22 de março de 2017

Sul(ismos)


Bilhete postal  para o parlamento europeu.

21 de março de 2017

Primavera(s)


Algures no Ribatejo, Portugal. 

19 de março de 2017

18 de março de 2017

O elefante de porcelana


Em casa dos meus pais havia por lá um elefante de porcelana. Como na época era um puto de tenra idade, olhei sempre o dito elefante como muito grande, assombroso - aquilo era algo de intocável. Aliás, às primeiras perguntas - «Mãe, aquilo serve para quê?» sempre ouvi, - « não partam o elefante! » e a resposta vinha no plural, porque éramos dois a olhar o bicho de porcelana. Tantas perguntas fiz, que um dia a minha mãe quebrou os seus silêncios de magistério, - « filho, aquilo não serve para nada, apenas é um enfeite, e ainda por cima, é oco por dentro.» Não devo ter percebido nada mas mesmo nada, do que me foi à época explicado, sei que o enfeite perdurou por muitos anos na casa do Cartaxo, mas também ignoro qual foi o seu destino. Lembrei-me do Elefante de Porcelana por causa de pequenos génios, quais enfeites, ainda por cima ocos, que vieram tomar conta de muitas empresas na sequência da dita bolha económica. Como a minha saudosa mãe dizia, « enfeites...não servem para nada. »

16 de março de 2017

Clássicos policiários


Alfarrabices: Decorria o ano de 1997 quando a já "madura" colecção Vampiro comemorava meio século a divulgar talvez o melhor do género policiário. Este exemplar é o n.o 595 já na época pela chancela da Bertrand. Felizmente a Vampiro acordou do sono eterno, graças à Porto Editora que de novo voltou a dar à estampa, algo de raro no policiarismo. A capa têm o traço de A. Pedro e o livro datado de Fevereiro de 1997.

15 de março de 2017

Futebolada


Da noite de ontem - "Porto sentido". O FCP não teve (não têm) equipa para dar a volta a um adversário qual legião estrangeira. É um filme que já vi em tempos de antanho. Mas nessa época ainda "bateram o pé" e até o Sousa fez um golo à Peyroteo. Ontem o Soares disparou uma serpentina pós-carnaval. É muito curto. Fico-me pelo relicário onde guardo as recordações de outras épocas, somada uma Quinta do Estanho - 30 anos (por abrir).

12 de março de 2017

Clássico policiário


"Derace Kingsley e a mulher, Crystal, vivem um casamento de conveniência e tranquila infidelidade. Mas Kingsley é um homem de negócios com uma reputação a manter e quando Crystal desaparece, deixando um telegrama onde explica que fugiu para o México com o amante, o carismático detetive privado Philip Marlowe é contratado para a encontrar. Os verdadeiros problemas surgem quando o suposto amante nega saber onde está Crystal. Partindo no seu encalço, Marlowe segue pelas montanhas até ao lago Little Fawn, onde o casal tem uma cabana, mas o que aí descobre é um outro caso de desaparecimento: Muriel Chess, a mulher do caseiro dos Kingsley, tê-lo-á deixado precisamente no dia em que a ausência de Crystal foi notada. O sossego campestre parece estar a adormecer a investigação - até que um corpo emerge à superfície do lago. Clássico romance do mestre do policial hard-boiled, A Dama do Lago foi o quarto livro publicado por Raymond Chandler, em 1943, e continua a ser um dos seus maiores êxitos." Fonte: Bertrand Editores. 

8 de março de 2017

4 de março de 2017

1 de março de 2017

Clássicos policiários

Alfarrábia - tropeço num exemplar dado à estampa ao tempo que as Edições 70 também editavam literatura policiária. Fevereiro de 1984, n.º 7 da Colecção Alibi. Nota da contra-capa, «Originalmente, esta intrigante história (...) foi escrita para ser transmitida pela Rádio em 1931, vindo a ser publicada em livro apenas em 1983, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A trama da obra foi previamente arquitectada por um conjunto excepcional de autores que depois se ocuparam, individualmente, da escrita de cada um dos capítulos, cabendo a Dorothy Sayers a responsabilidade da coordenação. O resultado foi surpreendente, pois a diversidade dos autores em nada afectou a unidade do livro, permitindo ao leitor acompanhar a evolução do enredo em função do contributo personalizado de escritores como Agatha Christie, Dorothy Sayers, Anthony Berkley, E.C.Bentley, Freeman Wills Crofts e Clemence Dane. » Caso para dizer que o mítico  Detection Club estava muito afinado. 
https://en.wikipedia.org/wiki/Detection_Club

28 de fevereiro de 2017

27 de fevereiro de 2017

25 de fevereiro de 2017

Clássicos policiários


Alfarrábia: tropeço bom no n.o 119 da icónica colecção Vampiro. A capa belíssima têm o traço de Lima de Freitas. Verifico ainda que o anterior "dono" do livro, anotou J J 1957 a tintal azul — penso que a bic cristal pela forma que a folha ficou marcada.

23 de fevereiro de 2017

Futebolada

Na noite de ontem, em três imagens. Escrito é assim: um Porto de cálice vazio e a fingir de meio-cheio (em equipamento foleiro e alternativo), de triciclo, enquanto outros andavam de Ferrari. Não sou deste Porto comezinho, no encosto lá atrás, sem golpe de asa para matreiramente provocar danos. Tudo aquilo foi deprimente. Pobre do Espírito Santo, completamente perdido num acaso que nunca chegou, ao jovem Soares que nem na bola tocou. Um Porto Vintage de 1958; 1959; 1984; 1987; 2003 ou 2004 por favor. É o que peço  (pagando) entre amigos, ou em momentos de afectos, 


22 de fevereiro de 2017

18 de fevereiro de 2017

Chapelada "noir"


"Espanha, 1950. Num país que ainda procura recuperar dos traumas da guerra, Arturo Andrade é chamado a investigar o misterioso assassinato de uma criança em Pueblo Adentro, uma aldeia a poucos quilómetros de Badajoz, a sua cidade natal, e centro da resistência anarquista da Extremadura. 

Arturo cedo se dá conta de que este crime é apenas a ponta do icebergue de uma bem montada rede de tráfico infantil que fez desaparecer mais de 30 mil crianças. Um elemento fundamental deste sórdido esquema é o Auxílio Social, instituição encarregada de «reeducar» os filhos dos prisioneiros republicanos, derrotados na Guerra Civil. Por detrás, uma teia de interesses que envolve as mais altas esferas do regime.

Com este notável romance, Ignacio del Valle põe a nu a grande mentira de uma certa Espanha franquista, que sob a enganosa aparência de fomentar o progresso do país leva a cabo uma série de crimes atrozes, muitos dos quais passaram incólumes pelo crivo da História." Fonte: Bertrand.

15 de fevereiro de 2017

12 de fevereiro de 2017

Clássicos do policiarismo


"Numa fria e cinzenta manhã londrina de inícios de dezembro, o filantropo Arthur Constant é descoberto morto no próprio leito. O golpe fatal na garganta parece fazer excluir a hipótese de suicídio, mas a possibilidade de se tratar de um assassínio afigura-se não menos remota: o seu quarto encontrava-se fechado por dentro, com corrente presa no ferrolho e janelas trancadas. História de crime em quarto fechado, uma das primeiras do género, O Grande Mistério de Bow faz confluir as vivências de precariedade e luta dos habitantes do bairro pobre de Bow numa intriga engenhosa que culmina com um desfecho absolutamente surpreendente. Único romance policial escrito por Israel Zangwill, publicado pela primeira vez em livro em 1892, este é um texto de estilo vívido e sarcástico que mantém uma espantosa modernidade."

Quanto ao autor,
"Israel Zangwill nasceu a 21 de janeiro de 1864 em Londres. Judeu de origem russa com infância passada num gueto londrino, tornou-se professor de instrução primária e jornalista. Publicou o seu primeiro romance, Motso Kleis, em 1882 e dez anos depois atingiria o seu maior êxito literário com a obra Children of the Ghetto, uma história bem-humorada sobre a comunidade judaica de Londres. O Grande Mistério de Bow, aquele que foi o único romance policial de Zangwill, saiu em 1891, inicialmente nas páginas do jornal The London Star e em livro no ano seguinte, revelando um dos primeiros mistérios de quarto fechado da história da literatura. Com a viragem do século, Zangwill envolveu-se ativamente na luta política, em particular em movimentos ligados ao sionismo e ao sufrágio feminino. Faleceu a 1 de agosto de 1926." Fonte: Porto Editora. 

5 de fevereiro de 2017

Roots Revisited

Quando os apelos da raia chegam de dentro para fora, tenho por hábito ouvir este tipo de sonoridades. Depois ao acaso, pelo gps ou então abrindo o velho mapa Michelin.

2 de fevereiro de 2017

Portugueses incomuns


Esta semana voltei a um cinema, fui reencontrar-me com pedaços da vida de Manuel Teixeira Gomes, porventura o último presidente (culto) da 1.ª república portuguesa. É sabido que o bom homem farto das canalhices políticas, bateu com a porta, e colocou-se ao fresco, numa praia da Argélia. Por ali ficou. Regressei ao cinema numa semana que também se comemora em Portugal o regicídio. Desse atentado terrorista resultou a morte de um Rei e de um dos seus filhos. Em 1910 com o advento da república, o então Rei D. Manuel II partiu para o exílio em Inglaterra onde viria a falecer. Uni dois acontecimentos na vida de dois homens incomuns, e que estimo, pesem as diferenças ideológicas. Por momentos imaginei o reencontro destes dois portugueses, numa esplanada de Bougie (então Argélia Francesa), e o que por certo teriam a dizer um ao outro. Cito Manuel Teixeira Gomes, para começo de boa conversa, « A política longe de me oferecer encantos ou compensações converteu-se para mim, talvez por exagerada sensibilidade minha, num sacrifício inglório. Dia a dia, vejo desfolhar, de uma imaginária jarra de cristal, as minhas ilusões políticas. Sinto uma necessidade, porventura fisiológica, de voltar às minhas preferências, às minhas cadeiras e aos meus livros.»

Intemporal(idades)


30 de janeiro de 2017

27 de janeiro de 2017

Clássicos policiários


Leitura policiária: regresso aos inquéritos de Jules Maigret ainda no formato original da mítica Coleção Vampiro. Refiro—me ao n.o 488 com tradução de Mascarenhas Barreto e capa de A. Pedro datado de 1988.

24 de janeiro de 2017

21 de janeiro de 2017

Dinossauro(s)


Um bibliófilo confesso, gosta de encontrar pérolas na alfarrábia. Não se sente com coragem para ciências Geológicas, e muito menos vestir a pele de Mestre Galopim de Carvalho em torno dos dinossauros de Torres Vedras. Para entreter o tempo, irá investigar as histórias do chamado "miúdo elástico" ou de alguém conhecido por ter nascido com os blues no corpo, ou melhor dito - o Diabo. Não existe exorcista para tamanha tarefa.

18 de janeiro de 2017

Futebolada

Aos que riram - em tempo - do meu F.C.P ter sido eliminado da taça de Portugal pelo Desportivo de Chaves, aconselho um pouco de presunto, bom pão e menos enfado. Cuidem-se!

17 de janeiro de 2017

Alfarrabices



"Maurice Castle é um ex-diplomata britânico que trabalha no MI6, em Londres, e é casado com uma bela sul-africana. O seu dia-a-dia de agente de secreto parece ser mais burocrático do que se imaginaria, até que uma fuga de informação traz à tona o seu passado, desorganiza a sua vida e coloca em xeque o seu futuro. 
Este livro é a história de um agente duplo, forçado a essa situação pelo seu amor por uma negra. Aborda o tema do apartheid e do racismo, condicionado de um lado pela política britânica e do outro pelas ambições russas. 

O Factor Humano é considerado a obra mais madura de Graham Greene. Com sua prosa elegante, Greene medita sobre a força do amor e do segredo profissional - e sobre os sacrifícios por eles exigidos. Consegue prender o leitor com o seu enredo, mas sobretudo com a caracterização das suas personagens, pintadas com uma profunda compreensão e respeito pelas ironias, ambiguidades e as zonas obscuras da alma humana."

10 de janeiro de 2017

7 de janeiro de 2017

Viagens




Leituras: começo o ano novo com a leitura de uma Viagem ao país profundo. Não sendo leitor assumido de José Saramago, não esqueci os episódios e outros afins tipo Diário de Notícias nos idos meados de 70 - convém nunca esquecer - mas também não lhe desejei a fogueira, como alguns neste lugar à beira mar plantado o desejaram, fizeram. Histórias de uma pátria de brandos costumes. Então e a Viagem a Portugal? Foi um dos livros que ofereci no passado Natal. Veio agora emprestado por uns dias, e logo num primeiro tropeço eis-me no nordeste português, em Sendim, na casa da Gabriela, onde me foram dadas a provar as melhores alheiras que alguma vez degustei. Vinham só com salada, porque dispensei a batata loura, os pimentos curtidos, mas nunca umas taças de vinho branco. Tenho com que me entreter (recordar) por uns dias.

4 de janeiro de 2017

1 de janeiro de 2017