19 de novembro de 2017

Clássicos policiários



"O brutal assassinato do velho milionário filantropo Benjamin H. Kyle tornou-se quase imediatamente conhecido como o crime do escaravelho. Bastou que fosse descoberto junto ao corpo ensanguentado da vítima, num museu privado de egiptologia, um valioso alfinete de gravata adornado com a imagem de um escaravelho azul, esculpido num pequeno pedaço de lápis-lazúli. Com efeito, artefactos e referências ocultas da mitologia egípcia parecem ser os fumos escolhidos pelo culpado para encobrir a sua identidade.

Mas conseguirá ele ludibriar Philo Vance? Recorrendo aos seus vastos conhecimentos sobre a história do Egito, o genial detetive amador terá de contornar as pistas falsas deixadas pelo caminho e, apenas após descortinar o seu perfil psicológico, conseguirá apontar o dedo ao verdadeiro assassino.
Esta que foi a quinta aventura policial de Philo Vance em parceria com o procurador público do distrito de Nova Iorque, John Markham, foi publicada originalmente em 1929 e é apontada como um dos melhores exemplos dos talentos narrativos de S. S. Van Dine." Fonte: Bertrand Editores.

15 de novembro de 2017

Revolver passados



Castelo de Vide, Alto Alentejo, Portugal.

11 de novembro de 2017

"Peregrinação Interior"



Castelo de Vide, Alto Alentejo, Portugal.

5 de novembro de 2017

"Peregrinação interior"



Marvão, Alto Alentejo, Portugal

http://www.cm-marvao.pt/pt/

4 de novembro de 2017

31 de outubro de 2017

Clássico policiário


"A famosa escritora de policiais Ariadne Oliver prepara-se para celebrar a Noite das Bruxas em casa de uma amiga. Outra das convidadas é Joyce, uma jovem fã de livros policiais, que confessa ter já assistido a um assassinato. Mas a sua fama de contadora de histórias mirabolantes faz com que ninguém lhe preste atenção. Ou talvez não seja bem assim. Quando Joyce é encontrada morta nessa mesma noite, Mrs. Oliver questiona se esta última história seria mesmo fruto da sua imaginação. Quem de entre os convidados quereria silenciá-la? Mrs. Oliver não conhece ninguém melhor do que o seu amigo Hercule Poirot para responder a esta questão. Mas nem mesmo para o grande detective será fácil desmascarar o assassino." Fonte: Wook. 

20 de outubro de 2017

18 de outubro de 2017

Em português (nada) suave.



Não foi a demissão da senhora ministra do MAI que irá resolver o problema das florestas, dos fogos postos, e da autêntica frigideira humana que o interior de Portugal se tornou. É uma questão de Estado, e de regime. A nossa democracia, os seus políticos e quem os elege, deixaram ao abandono a floresta. A democracia portuguesa neste e noutros particulares falhou. A demissão de um ministro(a) é o lavar de cara na política, só que na vida real o "lixo" fica debaixo do tapete. Varrer para os cantos ou esconder os detritos não é de mordomo, mas de aprendiz.

17 de outubro de 2017

Em português (muito) suave


Um monárquico anarco-conservador jamais pedirá a demissão de um ministro(a). Isso não serve e não leva a nada. Por sinal têm imensa estima pelas Mulheres - assim elas o educaram - e por estes e outros dias, quanto gostaria de poder ajudar aquele olhar desconsolado da senhora Dona Constança Urbano de Sousa. Em acto altruístico e em perfeito anonimato, daria por conselho o seguinte: De uma vez por todas bata com as mãos na mesa, e diga bem alto «agora vão saber como se faz uma Patuleia no século 21.» Depois ordene com carácter de «agora mesmo» se investigue e conclua como e em que circunstâncias pode um pequeno país em meados do mês de Outubro, ter 500 incêndios numa só dia/noite? Se os mesmos derivam de factores naturais ou por incúria ou ainda maldade humana, se são faíscas de máquinas de serrar lenha, queimadas, vidro abandonado na floresta, ou ainda o tão silenciado problema dos coutos de caça, e dos que podem caçar - ou os que não podem exercer o acto cinegético, porque não têm dinheiro para tal. Chame à colação outros ministérios, - o das Florestas, do Ordenamento do Território, todos os que a possam ajudar. Também o senhor primeiro ministro e alguma oposição, por escassa e imprópria que o seja. Creia que muitos estarão do seu lado, acredite que esse olhar hoje ténue e fragilizado, passará a ser por muitos temido, e por imensos outros respeitado.

16 de outubro de 2017

15 de Outubro de 2017



Ontem  recordei um livro do Ruben A. Dá pelo título de Kaos. Senti vergonha de ser português.

11 de outubro de 2017

Espanholismos


"Em 1936, no início da Guerra Civil Espanhola, Lorenzo Falcó move-se por entre as sombras do submundo. Ex-contrabandista de armas, espião sem escrúpulos, encontra-se agora a trabalhar para os serviços de inteligência franquistas. A sua missão? Libertar um detido da prisão. Tem Eva Rengel e os irmãos Montero como companheiros. (E, quem sabe, vítimas? Pois os tempos são traiçoeiros, e nada é o que parece.)
Mas surgem imprevistos, há conflitos de interesses, desenterram-se segredos, há torturas, perseguições e massacres. Só que Falcó não é dos que desistem facilmente… e está determinado a levar a cabo uma missão que poderá alterar o curso da História. Será em Portugal, na aparente tranquilidade do Estoril - local favorito entre espiões - que tudo se conclui.
Entrelaçando magistralmente realidade e ficção, Arturo Pérez-Reverte dá início a uma nova saga protagonizada por Lorenzo Falcó, um personagem fascinante, complexo e inesquecível." Fonte: Edições ASA

9 de outubro de 2017

22 de setembro de 2017

Clássicos policiais


Sir Everard Dominey, aristocrata caído em desgraça, regressa das suas deambulações pela África Oriental de ocupação alemã como um homem redimido. Portador de uma elegância e de uma assertividade espantosas para os que o haviam conhecido, Dominey parece decidido a retomar o lugar na alta sociedade britânica, mas também na própria casa, de onde fora banido com ameaças de morte pela sua mulher enlouquecida.
Mas será aquele de facto Everard Dominey - ou antes o espião alemão Leopold von Ragastein, colega de Dominey em Eton e Oxford e a quem todos apontavam fortes semelhanças físicas ao britânico? Os dois ter-se-ão encontrado em África e um deles voltou. Resta saber qual e com que intenções.
Obra de intriga e suspense, tendo como pano de fundo o mundo da alta sociedade britânica nos dias que antecederam a Primeira Guerra Mundial, O Impostor foi uma das mais famosas histórias de espionagem escritas no início do século xx, assinada por aquele que foi um dos grandes precursores do género, E. Phillips Oppenheim. Fonte: Wook. 

18 de setembro de 2017

Postais


Em Setembro de 2004 o Sir John Costa que vive no East Sussex (Inglaterra) bem perto do local onde Sherlock Holmes na reforma se dedicou - e com imenso êxito - à apicultura, queixava-se do « british weather. Está terrível, chuva, frio e imenso vento.» Aludia ainda a um encontro mágico em Paris, «O Cunha foi visto pela última vez com o Leandro, regando as mandrágoras na tumba do Breton. Levavam um jarro de absinto.» 
Nota: o postal evoca os "Jardins do Eden" acrílico e lápis s/ tela, obra salvo erro do ano de 1997, cujo autor é o comum Amigo Fernando Veríssimo. 

13 de setembro de 2017

Eterno, Viriato!

Atribulações livrescas de um patriota, monárquico e anarco-conservador: Gostar imensos de livros e da sua Pátria. Vai enviar a um senhor de nome Juncker um livro com o título "VIRIATO". Ficará ele supostamente a saber que apenas um povo sobreviveu ao Império Romano. Ser português é do "caraças" meu prezado senhor.

Nelson Rodrigues



"Nelson Rodrigues é um mito do século XX brasileiro, e um dos escritores mais prolíferos e aclamados. Nasceu no Recife em 1912, mudando-se em 1916 para o Rio de Janeiro, cidade que seria o cenário privilegiado de toda a sua obra. Começou a trabalhar como jornalista aos 13 anos, logo na secção policial, num jornal fundado pelo pai, e nunca mais parou. Fez da crónica e da escrita um hábito diário e destacou-se em todos os géneros literários, pela qualidade e pela quantidade: escreveu 17 peças de teatro, nove romances e milhares de páginas de contos e crónicas, que mais tarde deram origem a várias edições de textos reunidos, assim como a adaptações para teatro, cinema e televisão. Idolatrado e odiado, politicamente conservador, Nelson Rodrigues tanto apoiou a ditadura militar brasileira como foi, mais tarde, defensor acérrimo das suas vítimas. Reaccionário assumido, desencadeou sempre sentimentos fortes, não só devido à sua obra como também à sua vida pública e privada. Morreu no Rio de Janeiro em 1980.
Além de escritor prolífico, com uma produção a todos os títulos espantosa, Nelson Rodrigues foi protagonista de uma vida extraordinária: pobreza, fome, cegueira, sucesso, doenças fatais e sucessivos golpes à sua vasta família trágica, desde homicídios a desastres naturais. Por seu lado, Ruy Castro é o grande nome da biografia no Brasil, respeitado romancista, historiador e jornalista, conhecido por investigar até onde ninguém antes alcançou. Escreveu livros também emblemáticos sobre Garrincha e Carmen Miranda. É deste encontro de forças desmedidas que nasce O Anjo Pornográfico, livro que reconstitui a assombrosa história de Nelson Rodrigues, desde a vida dos seus pais até ao momento da sua morte. A partir de entrevistas a 125 pessoas que conheceram o escritor, Ruy Castro segue o rasto das muitas obsessões que marcam também a obra de Nelson Rodrigues - sobretudo o sexo e a morte - e tenta resolver as muitas questões que pairam sobre a forte impressão que deixou: Génio ou louco? Tarado ou pudico? Reaccionário ou revolucionário? Raivoso ou apaixonado?"

7 de setembro de 2017

Torrão de Alicante


Numa região de Espanha (Catalunha) tradicionalmente libertária, o fundamentalismo independentista começou por proibir tradições, como o circo, acabando agora por uma "deputada" do Podemos recolher as bandeiras de Espanha, no parlamento catalão. De tanto proibir, vão acabar por enclausurar o que dizem defender — a liberdade e o regionalismo. Nota: não faltará muito, para que não permitam o torrão de Alicante na Catalunha, mas creio que às escondidas e fora de horas, o degustam nas suas próprias casas. Totalitarismo a quanto obrigas.

5 de setembro de 2017

31 de agosto de 2017

Revolver passados.


Datada de mês 07 a 10 de 1995. Do tempo que lá por fora se tinha acesso ao que por cá não chegava. Muita hora do "éter" se fez à conta destas e de outras revistas.

22 de agosto de 2017

Barcelona


Esta semana reparei que alguma imprensa, —incauta— tirou do baú do tempo, o livro Homenagem à Catalunha, do fleumático George Orwell. Pegaram numa reportagem de guerra, para homenagear as pessoas massacradas pelos fundamentalistas islâmicos nas ramblas da cidade condal. O livro é na verdade um hino contra todos os totalitarismos, sejam religiosos, direita ou esquerda. Orwell chegou em 1937 a Barcelona, e tomou partido pela liberdade, próximo dos marxistas libertários do Poum, bem como da CNT/Fai ( anarquistas ). Viu e descreveu o que se passava com a estalinizaçao da maioria de esquerda liderada pelo PCE e a influência de Moscovo via polícia política. Quando se evocar uma cidade de liberdade, convém dizer que o totalitarismo pode vir das direitas, mas muitas vezes — não foram poucas — veio das esquerdas. Não o fazer é jogo baixo, cousa de rapazolas que às escondidas sublinham O Que Fazer do senhor Lenine. Irei um dia destes a Barcelona, e recordarei a fleuma britânica de George Orwell.

12 de agosto de 2017

8 de agosto de 2017

Viagens

Finisterra // Galiza

3 de agosto de 2017

Adiós campeón!!


Angel Nieto (1947-2017)

26 de julho de 2017

22 de julho de 2017

19 de julho de 2017

Outros olhares


O Sireno (híbrido de peixe e homem) em Vigo, Espanha. 
http://www.turismodevigo.org/pt-pt/o-sireno

14 de julho de 2017

Clássicos policiários


«A verdade só pode ser descoberta por uma análise dos fatores psicológicos do crime.» É com esta convicção que o erudito Philo Vance se junta a John Markham, procurador público do distrito de Nova Iorque, na resolução do sensacional caso da morte de Alvin Benson, conhecido corretor de Wall Street atingido com um tiro na cabeça no interior da sua própria mansão.
Uma bolsa e um par de luvas de senhora encontrados no local fazem apontar a investigação na direção da mulher que na véspera do crime fizera companhia a Benson. Mas Vance está decidido a demonstrar a Markham e a toda a polícia que quanto mais o enfoque é dirigido para indícios materiais e provas circunstanciais menor será a capacidade para discernir o verdadeiro culpado.
Romance de estreia com a assinatura S. S. Van Dine, lançado em 1926 e que granjeou ao seu autor êxito imediato, O Caso Benson foi o primeiro de muitos crimes em que Philo Vance figurou como parceiro informal - mas indispensável - nas investigações levadas a cabo por Markham. Fonte: Bertrand Livreiros. 

9 de julho de 2017

6 de julho de 2017

Degustações


Baiona, Galiza, Espanha. 

30 de junho de 2017

Cartelazo


Cartagena, Espanha. 

25 de junho de 2017

23 de junho de 2017

Arejo(s)


La Casa Del Aceite - Córdoba, Espanha.
http://www.micasadelaceite.com/

21 de junho de 2017

Em português (muito) suave.



Por estes dias somei aos silêncios um livro (re)lido. Evitei os olheiros da morte, pasquins de justiçeiros, protagonistas do dia e de todas as vésperas, resguardei-me do pior que a minha Pátria por vezes revela: a canalhice.

20 de junho de 2017

19 de junho de 2017

Fernando Pessoa, tradutor



"Na biblioteca da sua mansão da Quinta Avenida, em Nova Iorque, o milionário Horatio Leavenworth é encontrado sem vida, tombado sobre a secretária. Não tarda a que se perceba que esta morte não foi acidental e todos os moradores da casa são considerados suspeitos: desde as suas sobrinhas Mary e Eleanor ao seu digno mordomo e aos restantes serviçais.
O detetive Ebenezer Gryce, homem corpulento que nunca estabelece contacto visual direto com ninguém, terá de recorrer a todas as habilidades para não se deixar iludir e para conseguir desvendar os segredos mais obscuros que se escondem entre os brilhos do palco nova-iorquino dos finais do século xix. Publicado originalmente em 1878, este foi o romance de estreia daquela que viria a ser apelidada de «avó do romance policial», Anna Katharine Green. O início da sua tradução para português, assim como a escolha do título, deveu-se a Fernando Pessoa." Fonte: Wook. 

5 de junho de 2017

Roots Revisited


Até um dia destes. 

28 de maio de 2017

Eremitério




Santarém / Portugal

23 de maio de 2017

RIP Sir Roger Moore

Não esquecendo também o autor de livros policiários de seu nome Leslie Charteris. 

22 de maio de 2017

De Livro!



"A notoriedade deste polémico escritor de grande talento, ficou marcada pela sua contundente ironia, pelo sentido profundo da sua responsabilidade social dando voz aos excluídos - analfabetos, crianças enjeitadas, aos pobres - tomou posição com grande acutilância sobre a política e o poder. Alentejano de quatro-costados amava a sua terra, escutava o seu cante como uma monotonia repassada de tristeza, vagarosa e fúnebre e não se esquivou às delícias de uma Lisboa boémia. Médico como outros escritores seus contemporâneos - Brito Camacho, Júlio Dantas etc. - é célebre a carta que dirige a este último em que saborosa e literariamente descreve com maestria o seu arroz de perdizes.
Maria Antónia Goes confirma a experiência dos seus livros anteriores, procedendo ao levantamento e transcrição dos principais textos em que Fialho d’Almeida se refere à gastronomia e selecciona a receita de época do prato referenciado. Este livro é pois como que o registo do património dos sabores, desse séc. XIX tão recente." Fonte: Wook. 

12 de maio de 2017

O regresso de Juan Belmonte


"Juan Belmonte, protagonista que já conhecemos em Nome de Toureiro, vive com a sua companheira, Verónica, no extremo sul do Chile. Ambos tentam escapar à sombra do que foram: ele, um guerrilheiro feito de muitas lutas por todo o continente americano; ela, uma das milhares de vítimas torturadas na infame Villa Grimaldi, durante a ditadura de Pinochet. Agora, uma voz do passado faz soar um alarme que é também uma chantagem. Um grupo de mercenários acaba de partir para Santiago a fim de resgatar Miguel Krassnoff, o mais cruel dos criminosos da ditadura do país que o acolheu e, simultaneamente, herdeiro do último comandante dos Cossacos - timoneiro ideal para a criação de um estado Cossaco independente dentro da Rússia. Belmonte terá de sabotar a missão deste comando, mas também ele tem uma palavra a dizer quanto ao destino reservado a Krassnoff, o único que torturava de cara descoberta…
Revelando uma vez mais o excecional talento narrativo e a doce veia poética a que habituou os seus leitores, Luis Sepúlveda regressa ao thriller de forma destemida, levantando o manto sem fronteiras que encobre os perpetradores de crimes contra a humanidade." Fonte: Bertrand.

7 de maio de 2017

O agente da Continental.



"O agente da Continental é contratado para resolver um caso em Personville - também conhecida como Poisonville -, mas o seu cliente, aquele que parece ser o único homem honesto da cidade, é assassinado ainda antes de se encontrarem.
Com o objetivo de controlar as greves dos trabalhadores, fora o próprio pai da vítima quem fizera entrar na cidade uma série de gangues que rapidamente se tornaram os seus senhores.
Agora terá de ser o agente da Continental a tomar o assunto em mãos, ainda que para isso se veja obrigado a usar os mesmos métodos sangrentos dos seus adversários.
Colheita Sangrenta foi o primeiro romance escrito por Dashiell Hammett e é muito mais do que um soberbo exemplo de ficção policial - é também uma história magnífica sobre a corrupção e a violência na América dos anos 20 e um texto revelador da genialidade que viria a fazer de Hammett um dos grandes nomes da história da literatura policial." Fonte:Porto Editora. 

3 de maio de 2017

Boa vida.


- Isto é que é vida - disse Japp. - Quando me reformar terei uma casinha no campo. Longe do crime, como agora! - Le crime, il est partout - comentou Poirot, servindo-se de um quadrado de pão muito bem cortado, e franzindo o sobrolho a um pardal que se empoleirara impertinentemente no peitoril da janela." Fonte:O ENIGMA DE MARKET BASING, - Os primeiros casos de Poirot - Obras de Agatha Christie, nº.70, ASA.

28 de abril de 2017

Agendamento(s)



"As Águas da Eterna Juventude está repleto dos ritmos e preocupações da vida Veneziana contemporânea, como a preservação histórica, o alojamento e as novas ondas de migrantes Africanos, que rodeiam a história de uma mulher presa a uma juventude eterna." Fonte: Wook. 

24 de abril de 2017

Revolver passados

Revolver passados/presente e dizer «um eterno obrigado aos bravos que estavam na EPC de Santarém.» Citando Chico Buarque da Holanda, "Foi bonita a festa pá..."


Esta é a madrugada que eu esperava 
O dia inicial inteiro e limpo 
Onde emergimos da noite e do silêncio 
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'

21 de abril de 2017

Tradições


A gata velha, bibliotecária e administradora do acervo — em matéria de afectos — cumpre na íntegra, a retemperadora tradição de uma sesta (prolongada).

13 de abril de 2017

Páscoa


Dom Quixote, lendo. O traço é do intemporal Honoré Daumier.

9 de abril de 2017

Regresso(s)



"História íntima do rio do autor, o Douro destas páginas, muito longe do cartão de visita dos dias de hoje, surge como um enigma de dimensão mágica que invade a própria linguagem de que se faz este livro. Fantasmagoria que encerra em si algo de sagrado, puro, pode ser lido como num sonho, as personagens pairando sobre as palavras sem um traçado completamente definido. Há, no entanto, um triângulo que podemos identificar: Aníbal, Catarina - o vestido branco, claro, comprido, as rendas, os braços nus - e Henrique, cujo destino, entregue à vontade da poeira e dos ventos, não resistirá ao chamamento do rio.
Publicado originalmente há trinta anos, neste que foi o seu primeiro romance, Francisco José Viegas regressa, com o rio para lá da janela do comboio, às memórias da sua infância, aos seus cheiros e sons, à terra e às suas vozes. Uma homenagem aos segredos e à vida do Douro, que indicia pistas de uma carreira literária que o futuro veio a confirmar e de um género que viria a reinventar à sua medida, o policial." Fonte: Porto Editora. 

2 de abril de 2017

Pós match


Um dia destes recordo o cidadão alentejano que de Famel ou de comboio, levava — em dias de futebol — um açor ao Estádio da Luz. Lembro—me também de um ferroviário já entrado de idade, e de carnes cheias, que acenava ao terceiro anel com uma bandeira do tamanho de três lençóis. Foram dispensados em prol da águia vitória. Sempre gostei de aventureiros, como aquele indígena que com o fato real de se apresentar ao seu Rei acompanhou Sir Richard Burton à descoberta das nascentes do Nilo. Todos eles são os meus indispensáveis. Obrigado por me terem ensinado a respeitar as causas.

1 de abril de 2017

28 de março de 2017

Eremitério(s)


Santarém, Largo Sá da Bandeira. 

27 de março de 2017

24 de março de 2017

22 de março de 2017

Sul(ismos)


Bilhete postal  para o parlamento europeu.

21 de março de 2017

Primavera(s)


Algures no Ribatejo, Portugal.